Um escravo...
By: Manhoo

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[STRAIGHT] [TESTICLES]

In Portuguese - A brief story about a young slave sold in one market. Key Words: Middle Age, Medieval Fantasy, Slavery, Castration.


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Eu me chamava Scarter. Morava em uma pequena vila. Os dias demoravam a passar e aquele dia parecia um como qualquer outro.

Mas ao anoitecer, a cidadela foi atacada. Diversos guerreiros montados em cavalos ateavam fogo nas casas. Outros atacavam os habitantes, munidos de longas espadas e lanças.

Um deles, que comandava o ataque, ordenou: "Todos que quiserem viver devem se entregar imediatamente!"

Alguns dos camponeses tentaram reagir, improvisando foices e outras ferramentas como armas, mas não puderam enfrentar o treinamento e a cavalaria. Foram logo sendo mortos.

Percebendo de que não poderíamos lutar, todos nos rendemos.

O cavaleiro que liderara a operação começou:

"Quero que me ouça! Não irei falar outra vez: as mulheres devem fazer uma fila aqui! Os homens do outro lado! Os meninos para lá e as meninas para lá!"

Fomos sendo separados e agrupados. Os cavaleiros nos agrediam e constantemente nos chingavam. Alguns agora usavam chicotes para nos imporem a disciplina.

Fomos todos amarrados e lá ficamos. Alguns puderam dormir. Mas a maioria estava muito preocupada com o nosso destino.

Com o amanhecer, todos os velhos foram mortos. Muitos desejaram estar no lugar deles.

Nós fomos levados. Caminhamos em fila, amarrados uns aos outros pela cintura... Levávamos grilhões nos pescoços e algemas que atavam as mãos. Éramos vigiados a todo momento.

Quando paramos em uma primeira cidade, as meninas foram despidas e lá entregues a uma comitiva que as avaliava. Os negociadores de escravos tinham destino certo para elas. As menores seriam entregues para trabalharem como servas. As maiores deveriam trabalhar em outros serviços. As mais belas seriam vendidas como escravas sexuais.

Um outro artesão, também cativo, tentou protestar, mas foi violentamente surrado. Depois, foi marcado a ferro! Isso acabou desestimulando qualquer tentativa de resistir.

Os homens foram deixados em uma mina de carvão, sob os cuidados de guardas reais. A mina era também uma prisão. Criminosos de todos os tipos ali cumpriam pena. Mas nós não! Nós éramos cativos sem termos cometido crime algum!

Ao fim de uma semana de marcha, restávamos 20 jovens, entre 13 e 18 anos. Quando paramos em uma grande cidade. Fomos divididos em quatro grupos de 5. Cada lote foi entregue a uma pessoa diferente.

O meu grupo foi levado a um mercado. Se comercializava de tudo, galinhas, bebidas, cavalos, frutas... E nós lá estávamos, expostos como mercadorias!

Foi quando um homem ricamente vestido e ornamentado com muitas jóias se aproximou:

"Eu quero dois escravos. Jovens. O que você tem?!"

O negociante nos empurrou, mostrando-nos. Logo abria nossa boca mostrando os dentes e afastava as pálpebras para dar sinais de saúde:

"Olhe como são bons! São os melhores! Guardei-os para o senhor! Sabia que viria!"

"Sim" - respondeu - "Mas estes eu não levarei para a fazenda. São para trabalharem em casa. Quero ver as partes desse e daquele."

Eu me assustei, ele apontara para mim! Eu havia sido escolhido... Fui então despido, juntamente com o outro rapaz. Estávamos em uma praça, a céu aberto, com diversas pessoas andando... E nós ficamos nus! Fui tomado pela vergonha. Nunca havia sido exposto a tal situação!

O comprador se aproximou e com a palma da mão aberta tocou o meu saco, como se o pesando. E repetiu o procedimento no outro jovem.

"É, esses aqui já estão bem desenvolvidos. Estes estão bom!"

Algumas pessoas passavam e olhavam, como se tudo fosse natural. Até mulheres nos olhavam. Eu me desesperava.

"Eu vou levar os dois. Mas quero castrados!"

Me desesperei! Além de toda a vergonha da captura e aprisionamento, a humilhação de ser exposto como mercadoria, agora seria mutilado e vendido!

O vendedor sem se assustar respondeu:

"Irá buscar mais tarde?!"

"Não, não, pode castrar agora que irei aguardar. Mas não é preciso cortar o pinto deles não. Só as bolas mesmo."

Os empregados do comerciante se aproximaram de mim e me colocaram em uma mesa ali mesmo, preparada de tal maneira que haviam espaços para atar as pernas separadas.

Eu relutei, tentei empurrá-los, mas fui golpeado com severidade por um bastão.

Ali estava, exposto, nu, com as pernas abertas e os testículos pendurados, completamente indefeso, em um mercado repleto de pessoas. Algumas pessoas pararam para acompanhar meu suplício. Eu não acreditava que aquilo acontecia comigo!

Não sei dizer se foi o desespero, o medo ou o nervosismo, mas naquele momento, eu não pude conter uma ereção. Esta situação agravou ainda mais minha vergonha!

O comprador falou:

"Olha só! Ainda bem que vamos capar eles! Já pensou se levo assim!"

Então o próprio mercador se aproximou, com uma adaga. Ele abriu o meu saco com um golpe seco.

"É rapidinho, você vai ver!"

Eu gritei desesperadamente - mas então fui amordaçado! Continuei gemendo quando ele retirou meus testículos do saco e os cortou com um pequeno estilete. A dor foi terrível!

Ele então introduziu um ferro em brasa dentro de meu saco, agora vazio, cauterizando e fechando a ferida. Ele manteve a barra incandescente encostada, queimando terrivelmente meu saco, que foi desaparecendo. Logo só restaria uma cicatriz de queimado e a persistente ereção.

Eu fui solto e colocado no canto.

"Prontinho, você já está capado! Agora o outro!"

Quando ele terminou de falar, meu novo dono passou uma corda em meu pescoço e me puxou para perto dele, inspecionando minha ferida e notando, incomodado, minha ereção.

O outro jovem foi amarrado. Também tentou lutar, mas foi golpeado! Com as pernas abertas de tal maneira que seria possível ver suas entranhas, teve o saco aberto. De dentro, o comerciante, agora nosso algoz, retirou seus testículos.

"Olha essas bolas! Bem grandinhas! Uma pena pra você que não usá-las."

Com o estilete, em um só golpe, ele cortou os testículos.

"Pronto! Já é um capão! Agora só falta queimar!" E assim fez.

Nosso novo dono nos levou, ainda nus, conduzindo-nos pela corda atada no pescoço, como se fossêmos dois cães - dois cães castrados!

Quando chegamos, fomos apresentados a sua esposa.

"Comprei os dois escravos pra ajudarem na casa! Já os trouxe castrados para não ter problema."

Fomos levados aos cômodos dos fundos para descansarmos. No dia seguinte, deveríamos iniciar as tarefas do lar.

Durante a noite, a esposa de nosso comprador, nossa nova dona, foi nos inspecionar.

"Olá. Vim ver se está tudo certo aqui!"

Então ela começou a observar nossas cicatrizes - o lugar que antes mantínhamos nossos testículos.

"Que ótimo serviço que fizeram aqui! Não tem nenhum sinal daquelas bolas!" e continuou: "Eu adoro escravos castrados... São mais obedientes e calmos. Sem falar que ficam muito bonitos sem aquelas coisas penduradas!"

Enquanto ela acariciava meu pênis, eu tive uma ereção! Para meu espanto - e de minha senhora!

"Uau! Quanto vigor! Deixa eu ver se esse pintinho ainda funciona..." E então começou a me masturbar. Suas mãos eram incríveis, no ritmo certo, com a força certa...

"Um capado que o pintinho funciona... Que gostoso..." falou, constantando minha indisfarçável ereção.

Eu comecei a gemer... Sem demoras, ejaculei, enchendo a mão dela com minha porra...

"Nossa, que surpresa agradável! Quer dizer que poderemos te dar outra destinação, quando meu marido não estiver aqui é claro! Se ele descobrir algo, mandará cortar esse teu pintinho!"

"Hmmm... como amanhã será um novo dia para vocês, descansem. Mas toda noite, antes de dormir, vocês deverão massagear meus pés e fazer sexo oral em mim."

E assim passamos a fazer. Embora ele sempre reclamasse do tamanho do meu pênis - se referindo a ele como "meu pintinho" - todas as noites eu massageava os seus lindos pés, lhe fazia sexo oral até que gozasse... e então ela me masturbava.



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