Na universidade
By: Manhoo

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[STRAIGHT] [TESTICLES]

In Portuguese: This story is about two friends in the university who faces with unexpected situation: two girls broke into their room during one night...


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Miler e Frank era amigos há muito tempo. Havia estudado juntos desde a escola.

Diante da possibilidade de dividirem um quarto na universidade, passaram a partilhar as despesas e aproveitar a vida universitária.

Costumavam promover pequenos encontros no quarto do dormitório da universidade, mas naquela noite, não haviam previsto nada...

Miler estudava enquanto Frank saía do banho. Era noite e logo iriam dormir.

Quando bateram na porta. Frank atendeu, depois de vestir-se, e duas garotas entraram: uma loira, alta, vestindo um decote que realçava os seios fartos e uma calça jeans e outra morena, oriental, de cabelos curtos, magra, mas ainda assim, sexy, vestindo uma saia curta de cor branca e uma blusinha.

"Vocês são os famosos Miler e Frank?" perguntou uma delas, já mostrando uma garrafa de uísque.

A violação das regras e encontros casuais eram comuns nesse campus - como em todos os outros - e ambos os jovens imaginavam que era sua noite de sorte.

Conversaram por muito tempo, enquanto bebiam.

A oriental era estudante de enfermagem, a loira, de biologia. Por isso nunca haviam se encontrado antes: os blocos de saúde eram afastados dos de ciências humanas.

Com o avançar das horas e a ingestão de álcool, logo uma das garotas revelou:

"Viemos aqui para realizar uma fantasia sexual de Ime - a oriental".

Jenny, a loira, continuou: "Ela sempre quis ter uma noite de sexo à quatro, em que os homens são dominados." Com um olhar desafiador e delicadamente acariciando Ime por baixo de sua saia, perguntou: "Vocês aceitam?"

Ambos os garotos, diante da inesperada questão e da cena de lesbianismo, se emudeceram. Estavam excitados demais para responder qualquer coisa...

Sem dar tempo para as respostas, elas removeram das bolsas cordas brancas e os amarraram, cada um em sua cama. Antes de atar as pernas, retiraram-lhes as calças.

Ambos ostentavam poderosas ereções.

"Vamos começar a brincadeira" - falou Ime, tirando uma fita métrica da bolsa.

"Eu vou medir os pênis de vocês. Aquele que tiver o maior, irá receber um sexo oral de nós duas."

Frank venceu, por um centímetro e meio. As duas então começaram a lamber seu pênis e chupá-lo. Uma puchava-o da boca da outra, introduzindo na sua. Era como se disputassem o pênis de Frank, que gemia desesperadamente.

Miler se desesperava. Nunca estivera tão excitado em sua vida, mas estava impossibilitado de sequer tocar em seu membro rijo.

Jenny então, já completamente nua, revelando o púbis loiro bem depilado, falou: "poxa, coitadinho de você, mas não fique triste, você também terá um consolo... mas por hora eu quero ver você gozar na minha bundinha..."

Miler nunca havia feito sexo anal e Jenny agora lhe oferecia, sentando sobre ele. O corpo de Jenny apresentava uma resistência e o atrito o excitava mais ainda. O fato de ter o pênis um pouco menor que o amigo lhe pareceu uma grande vantagem!

"Você gosta do meu cuzinho?! É bem apertadinho, não é?!"

- Sim, eu adoro seu cuzinho, minha putinha...

Miler não tardou a gozar... Enquanto isso, Frank continuava a receber o sexo oral de Ime.

"Goza na minha boca, goza!"

Ao ouvir as palavras de Ime, Frank ejaculou com uma pressão enorme.

Ime continuou a sugar seu pênis, até que não houvesse nenhuma gota de esperma.

"Eu engulo tudinho! Adoro isso! Não gosto de desperdiçar nada!"

Exaustos e sob o efeito da bebida, ambos os rapazes adormeceram.

Foram acordados, ainda alcoolizados pelas garotas. Ainda estavam amarrados, mas ela agora estavam completamente nuas e se acariciavam.

"Queremos que vocês assistam nosso show" Ime revelou grandes lábios completamente depilados e uma letra japonesa tatuada na virilha.

Jenny começou a lambê-la, descendo do pescoço e lentamente contornando seus mamilos. Ime gemia e levou os dedos até sua genitália, massageando seu próprio clitoris.

Embora cansados, ambos já apresentavam novas e vigorosas ereções.

Jenny sorriu e continuou percorrendo o corpo de Ime, até perder-se na genitália de Ime, que gemia cada vez mais.

Ime se contorcia e apresentava o corpo completamente molhado, tomado de suor. Sussurrando, seus movimentos se tornavam cada vez mais rítmicos, até que, por uma breve pausa e uma expiração mais ofegante denunciaram que ela também havia tido um orgasmo.

Jenny falou: "Agora só eu que não gozei?! Isso não é justo!" Ela se dirigiu entre as camas onde ambos os rapazes estavam amarrado e segurou com cada uma de suas mãos, os pênis dos jovens amigos.

"Vamos fazer uma outra competição? Eu vou bater uma punhetinha para os dois ao mesmo tempo, o que gozar primeiro perderá!"

Como ela já havia iniciado os movimentos, suaves embora rápidos, nenhum dos dois contestou.

Frank logo lutava contra si mesmo, tentando conter o gozo, em um misto de desespero e desejo de ceder. Mas não pôde se controlar por muito tempo. Logo seu esperma cobria seu abdomen.

Ime então foi masturbar Miler.

"Oi! Agora você vai gozar comigo! Eu também quero beber sua porra..."

As palavras excitaram Miler ainda mais.

"Me avise quando for gozar, eu quero engolir tudinho!"

Miler não tardou em obedecê-la: "Ahhh, agora... eu vou gozar".

Ime rapidamente engoliu o pênis inteiro dele, sugando com força, até ter terminado.

"Vamos fazer um saldo" - falou Ime. "Frank ganhou sexo oral de nós duas ao mesmo tempo, depois eu terminei até ele gozar. Frank depois gozou com a punhetinha de Jenny."

"Miler comeu o cuzinho de Jenny e agora gozou na minha boca também."

"Eu ganhei um sexo oral delicioso da Jenny, que ainda não gozou... Alguém sabe por quê?"

Diante do silêncio, Ime respondeu: "Porque ela só consegue gozar quando corta as bolas de um homem!"

Os dois acharam que eram uma brincadeira, mas foram amordaçados. Não podiam mais gritar, apenas ter os gemidos sufocados.

"Não se preocupem. Não será demorado e nós duas sabemos fazer isso."

Jenny então retirou alguns itens de sua bolsa e começou:

"A princípio, vamos raspar os pêlos de vocês, para evitar eventuais infecções."

Enquanto faziam, Ime ainda brincou:

"É bom que fiquem quietinhos, pois se se mecherem, podemos cortar alguma coisa."

Logo terminaram e passaram um algodão umedecido e gelado nos órgãos dos rapazes que se repuxaram.

"Calma, é apenas um algodão com álcool para esterelizar a região." (Jenny)

Os garotos começaram a se desesperar, mas Ime insistiu: "Não adianta relutar, vocês não tem como sair daqui e ninguém irá salvá-los. Além de tudo, vocês tiveram uma noite inesquecível, agora é nossa vez de ter alguma diversão. A troca me pareceu bem justa, não acham?!"

Jenny então falou com Ime:

"Estou em dúvida... será que devemos cortar o pênis ou só as bolas?!"

Ime: "Ahhh... Você que sabe, mas que tal cortar o pênis de Miler que é menor? O de Frank irá encolher com o tempo mesmo."

Jenny: "Ótima idéia, gostei da sugestão."

Jenny então iniciou a operação em Frank, que seria mais rápida. Estancando o sangue, com um bisturi fez uma incisão do lado esquerdo da bolsa escrotal. Com uma pinça, puchou a corda espermática e a seccionou. Repetiu o processo do outro lado e suturou-o. Jenny estava excitadíssima. Era a primeira vez que castrava um homem, embora houvesse praticado em gatos, cães e porcos.

Jenny: "Prontinho, Frank. Agora você é um novo homem."

Ime: "Novo pode até ser, mas não homem... agora é um capado!"

Ambas riram.

Jenny: "Agora vamos ao Miler. Vai ser rápido como castrar um porco." Ela não revelou nada a Ime, mas sentia sua lubrificação. Esta muito excitada. Tentava espremer sua genitália entre as pernas, mas sentia algo que não podia conter...

Com maestria, ela cortou os testículos de Miler, primeiro o direito e depois o esquerdo, colocando-os em um pequeno vidro com um adesivo, onde escreveu Miler - 09/04/2008 (a data do procedimento).

Miler começou a ter uma nova ereção...

Enquanto encostava o bisturi no pênis de Miler, Jenny falou: "Mudei de idéia. Eu vou deixá-lo com o pintinho também..."

Miler ficou aliviado... seria humilhante demais perder não só as bolas, mas também o pênis.

A verdade era que ela estava tendo um orgasmo, e tão intenso que perdera o controle sobre suas mãos.

Ime: "Vocês ficaram tão lindos sem essas coisas feias penduradas que vou até tirar uma foto para registrar a noite maravilhosa!"

Miler se sentia violado, mais pelo registro fotográfico de sua mutilação e era tomado pela sensação de vergonha.

Ime: "Agora vocês não vão mais poder tomar banho depois do futebol... A menos que queiram que seus amigos saibam que vocês não tem as bolas..."

Jenny riu.

Jenny: "As bolas de vocês serão nossos troféus. Assim como as fotografias. Se um dos dois resolver fazer algo contra nós, iremos publicá-las por todo o campus e espalhá-la na internet... E enviarei pelo correio suas bolas aos seus pais."

Ime: "É claro que eles não farão nada. Aposto que eles vão adorar o novo visual sem essas coisas horríveis."

Jenny: "Antes de irmos, recomendo que tomem este anti-inflamatório a cada doze horas por 4 dias. Cuidem bem e higienizem o saquinho para evitar infecções. Se sentirem dores, tomem um analgésico normal. E aqui está o meu telefone, se precisarem, podem ligar." Ela então sorriu.

Elas os soltaram e partiram. Naquele restante da noite, nenhum dos dois dormiu, apenas tentando entender como tudo aquilo havia acontecido.

Prometeram manter um pacto de silêncio, não revelariam nada - não queriam que todos soubessem da condição deles.

Mas toda semana, as sextas-feiras, as duas garotas retornavam. Sem dizer nada, tiravam as roupas e aguardavam por demoradas sessões de sexo oral.

Frank e Miler se acostumaram logo com a vida de submissão às duas belas garotas.



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