Escravidao no Brasil Colonial
By: Manhoo

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[STRAIGHT] [PENECTOMY]

Slavery in Colonial Brazil - A story based in the colonial history of Brazil. The castration as punishment for slaves brought from Africa was a real practice in the past (specially for adultery with their owners). The slavery in Brazil persisted, unfortunately, untill 1888. The text do not intend to induce the cruelty which is the practice of slavery or the racism.Story in Portuguese.


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Orum era um forte escravo trazido da África ainda criança. Possuía o corpo esculpido pelas árduas jornadas de trabalho na lavoura. Os músculos eram ainda definidos pela prática diária da capoeira. Não tinha mais de 20 anos.

Trabalhava para o Visconde de Carnivaeu, um rico proprietário de terras, onde eram cultivado milho, mandioca, cana-de-açúcar e café.

Uma tarde, Orum foi chamado à Casa Grande. Lá chegando, foi recebido por Alie, esposa de seu Senhor:

"Olá, Orum. Quero que faça alguns reparos em meu quarto, por gentileza."

"Sim, sinhá!"

E para lá se dirigiram. O quarto era espaçoso e iluminado, mas ao entrarem, Alie cerrou as cortinas e se aproximou de Orum, que reagiu assustado.

Ele passou a mão sobre sua barriga, delicadamente...

"A sinhá não queria que eu fizesse alguma coisa?!"

"Sim, quero que faça uma coisa... Quero que tire a roupa!"

E então removeu a calça branca de algodão cru de seu escravo, revelando um pênis enorme - muito maior do que pudera imaginar.

Falou, espantada, já tomando o membro dele com as mãos:

"Nossa! É maior do que pensava! Você tem um pau de um rei africano!"

Antes que ele pudesse falar algo, e notando o rijo membro, começou a masturbá-lo, e deitou-o na cama.

Então, tirou seus longos e pesados trajes, ficando completamente nua.

De quatro, sobre ele, começou a chupar o enorme pênis que de maneira alguma poderia caber por completo em sua boca...

Então, puxando-o, virou-se, expondo-se de quatro:

"Me come!..."

Orum obedeceu-a, penetrando-a violentamente. Alie gemeu, e nem ela saberia dizer se de prazer ou pela dor daquele membro gigantesco.

Os golpes foram aumentando, cada vez com mais força. Alie gemia ofegantemente e repetia: "Me come... me come!"

Ele então gozou. Ela se deliciara com aquele pênis que havia profanado o interior de seu corpo, levando prazeres nunca tidos anteriormente.

Alie falou: "A partir de hoje, você está proibido de se deitar com outras mulheres, estou me referindo as outras escravas. Entendeu?! Se fizer isso, eu mandarei cortar suas bolas!"

"Sim, sinhá."

"E amanhã, volte no mesmo horário. O Visconde, nesta hora, sempre vai à cidade e demora a voltar."

Assim foi feito. Ele chegou, ela arrancou apressadamente suas calças e, sem sequer tirar seu vestido, sentou-se vagarosamente sobre o pênis de Orum. Aquele membro enorme, ao entrar em seu corpo, lhe causava um misto de dor e prazer. Mas a idéia de ser violada por um escravo lhe enchia de desejo.

"Me arromba, seu escravo safado!" - Gritava, despudoradamente. Ela obtinha orgasmos múltiplos ao ser penetrada por Orum.

A situação se repetiu por dois meses completos, quando Alie ficou sabendo que Orum iria se casar com outra escrava. Ela ficou furiosa e mandou chamar o capitão-do-mato, Santos.

"Santos, eu soube que Orum, o da lavoura, está muito mal comportado e revoltoso. Eu quero que dê uma lição nele!"

"Sinhá, perdão, mas com o respeito, ele continua trabalhando tão bem como antes, é um dos melhores escravos da fazenda. E não está tendo mal comportamento..."

"Isso não é verdade! Você está me desacatando! Eu quero que hoje o coloque no tronco e dê-lhe algumas chibatadas! Mas me chame, que quero presenciar para ver se o castigo será bem aplicado."

O capitão-do-mato o fez, amarrou Orum no tronco e chamou a Senhora Alie, aplicando em seguida 30 chicotadas em Orum. Embora o couro do chicote tenha ferido a carne e provocado sangramento, Orum não esboçou dor. Mas Alie havia ficado excitadíssima ao presenciar a cena.

Quando a punição foi concluída, ela se aproximou e sussurou no ouvido de Orum: "Isso é para aprender a não me desobedecer. Amanhã, esteja em meu quarto no horário de sempre."

Ele obedeceu. Ao entrar, Alie estava despida, deitada de pernas abertas. "Venha logo, não temos tempo a perder!"

Orum a comeu, a cada estocada, vingava uma chicotada que no dia anterior havia lhe cortado a carne. Enfiava seu pênis, abrindo Alie ao máximo. Ela apoiou as pernas em seus ombros, permitindo uma penetração ainda mais profunda...

"Me come, seu safado... Me come que eu vou gozar!"

Assim que terminou a frase, Alie gozou e virou o rosto para o lado, gemendo como se tomada por um grande alívio...

Orum, tirou seu pênis e masturbando-se aproximou-o do rosto dela. Ele sabia que seu gozo era eminente.

Então ejaculou na face de Alie, enchendo-a de esperma. Sentia que dominava a situação e assim, sentia-se vingado.

Alie retrucou, gritando, com raiva:

"Seu nojento! Eu não gostei disso! Você não deve fazer isso! Saia já daqui! E só volte amanhã!"

Assim foi feito. Orum retornou no dia seguinte. Alie alertou-o: "Sem nenhuma gracinha hoje! Me coma de quatro."

Ela inclinou o corpo, deitando o dorso sobre a cama, mas mantendo-se em pé. Desta maneira, expondo suas partes, aguardava ser penetrada.

Mas Orum penetrou seu ânus, com força. Puxou-a então pelos cabelos. Ela gritou de dor.

Orum falou: "Hoje eu é que mando! Vou comer esse seu cuzinho, sinhá! Hoje, a sinhá é minha puta e eu vou te comer de um jeito que nem as escravas aceitam."

"Pare!" - ela falou, com a voz em tom de choro.

"Não, minha puta... O que a sinhá vai fazer?! Chamar o capitão-do-mato?! Pra ele me pegar comendo o teu cuzinho?!"

Alie se sentia humilhada e violada! A dor de ter um pênis grande como aquele em seu ânus era insuportável, era como ser impalada.

Quando não aguentava mais de dor, Orum tirou o pênis...

Alie sentiu-se aliviada por um momento, mas Orum rapidamente agarrou-a pelo cabelo e pôs-se de pé. Conduziu a cabeça de Alie à altura de seu pênis e falou:

"Abra a boca agora... Eu vou gozar dentro da sua boca..."

Ela obedeceu, pelo tom autoritário de sua ordem. Assim, ele encheu a boca dela com seu esperma... Ela quase engasgava quando ele mandou: "Engole!"

Ela obedeceu...

Desta vez, ela não mandou-o sair como se o dispensasse. Sequer mandou que voltasse no dia seguinte no mesmo horário. Mas ela tramava sua vingança.

Orum retornava para a senzala pensando que Alie nunca mais o incomodaria e poderia então, se casar com sua noiva.

Mas ainda naquela noite, vários jagunços do Visconde entraram na senzala, todos armados. Procuravam Orum. Quando encontraram, começaram a revirar suas coisas como que procurando por algo. Lá encontraram um relógio de ouro. Ele não fazia idéia de como fora para ali!

Ele foi amarrado e conduzido ao pátio do tronco.

O próprio Visconde estava lá. "Seu escravo ladrão. Bem que minha esposa tinha me avisado que tinha mandado te dar uma surra! Seu escravo preguiçoso!"

Deu ordens para que todos os escravos fossem chamados e colocados para assistir a punição.

No centro, cercado por jagunços com armas e tochas para iluminar a noite, Orum permanecia, com as mãos amarradas por trás por grossas cordas.

Orum viu Alie se aproximando, vindo da Casa Grande, acompanhada por três jagunços e o capitão-do-mato. Quando chegou, ela falou: "Desde que esse escravo resolveu casar, ficou preguiçoso, desobediente. Não dá conta das atividades mínimas! E ele era um bom escravo..."

O Visconde concordou... então Alie concluiu: "Eu sugiro que castre ele... para assim aprender a se comportar!"

"É, é uma boa idéia!" O Visconde concordou e mandou os jagunços segurarem Orum.

Um, com um cabo de machado, chegando por trás de Orum, imobilizou-o, prendendo pelo pescoço com a ferramenta.

Outro chegou e abaixou-lhe as calças.

Alie então falou com o Visconde: "Querido, se você mandar que lhe cortem as bolas, como um porco, ele poderá ainda manter essa coisa grotesca dura... É preferível que lhe cortem essa deformidade e lhe deixem com as bolas!"

O Visconde concordou e gritou aos seus seguranças: "Isso mesmo, não cortem as bolas dele! Cortem o pau! Mas cortem bem da base, para não ficar nada!"

Um deles então, com uma faca de uns 30 centímetros se aproximou. Colocou a faca em uma tocha para esquentar. Orum se contorcia, tentando se livrar das amarras e de seu algoz. Mas quanto mais resistia, mais o outro lhe estrangulava.

Estava lá, nu, exposto a todos os escravos da fazenda. Poderia haver humilhação ainda maior?

Quando a faca já estava aquecida, o jagunço pegou o pênis de Orum pela glande, esticando-o, enquanto empunhava a faca com a outra mão. Assim, encontou-a na base de seu pênis, como o Visconde havia determinado.

Ao sentir a faca quente tocar seu corpo, Orum tentou se projetar para trás, mas não pôde, detido por outros jagunços que seguraram suas pernas.

Então, com um golpe vagaroso, o jagunço começou a cortar o pênis. Orum gritou em pânico, o que não fez com que o capataz acelerasse o ato. Pelo contrário, ele parecia fazer vagarosamente, como que serrando seu pênis para provocar, pela demora, maior dor.

Orum sentia que não adiantava mais lutar. Sentia a vista escurecer. Foi tomado por uma tontura... Sequer sabia se de dor ou de desespero de estar perdendo sua masculinidade - a única coisa que um escravo poderia ter...

Quanto o algoz se levantou, com o pênis em uma das mãos, os outros soltaram-no. Orum imediatamente caiu, tomado por uma fraqueza.

O Visconde se aproximou dos outros escravos e falou: "Se mais algum aqui achar que pode fazer o que quiser, assim vai ser tratado! Eu faço questão que todos saibam que quem manda aqui sou eu! E se vocês quiserem continuar inteiros, sem ter as partes cortadas que nem esse infeliz, é bom que trabalhem!"

Então ele partiu acompanhado de sua esposa. Os escravos partiram, alguns ficaram auxiliando Orum. Ele sabia que agora não seria mais o mesmo. Não sabia como seria a vida a partir de agora. Não imaginara que Alie seria tão cruel. E, principalmente, não sabia como contaria à sua noiva que agora era castrado...



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