Castração na escola
By: Manhoo

Post Feedback | Printer Friendly Format

[STRAIGHT] [TESTICLES] [MINOR]

A teenager is castrated to improve its grades in the school. Portuguese.


Newest Files




Tudo começaria a mudar em decorrência do mal resultado apresentado na escola. Mara, minha responsável, de fato uma pessoa que havia me adotado há anos, foi chamada pela diretoria.

Logo que chegamos, nos sentamos e a mulher, vestida no uniforme da escola, começou a falar:

“Olha, o desempenho dele não é nada bom. Vem piorando a cada dia. Suas notas caíram muito e, da forma como está, já entrando no segundo semestre, ele reprovará.”

“Ele era um bom aluno, todos elogiavam... Mas isto são coisas da idade, dos hormônios... 15 anos é uma idade difícil... Por isso estou preocupada. Ao invés de estudar, os garotos começam a perder tempo buscando pornografia. Ao invés de se preocuparem com os estudos, se masturbam. Os estudos mostram que eles gastam pelo menos 7 horas por semana buscando pornografia. Gostaria de sugerir uma intervenção. Nossa escola tem um programa piloto, com uma equipe multidisciplinar. Consiste em castrar o aluno e, conjuntamente, fazer uma intervenção com apoio psicológico e acompanhamento de professores nas matérias que ele demonstra maior dificuldade. Tudo sem nenhum custo.”

Quando ela informou isso, me assustei. Horrorizado, me perguntava como poderiam propor isto. Com o silêncio de Mara, a mulher continuou.

“Não precisa se decidir agora. Leve estes informativos e depois me comunique da decisão. Queremos o melhor para ele.”

Naquele dia voltamos em silêncio, embora a presença de folhetos explicando o que era a castração estivessem sendo levados e falavam por si só. Ela não comentou mais nada, mas ouvi conversando na sala com uma amiga, que também tinha um filho na mesma escola: “Pois é, na escola também me sugeriram castração.” Nisto, a outra mulher respondeu: “Pois eu aceitei o programa, cortaram os baguinhos de Pedro e foi ótimo. Cortaram os ovinhos e o saquinho. As notas melhoraram bastante, o comportamento? Nem se fale!”

Logo mudaram de assunto, para meu alívio. Os panfletos que Mara havia trazido para casa não haviam ficado em canto algum, o que me fez pensar com que haviam sido jogados no lixo, o que seria um bom sinal. As coisas se passaram tranquilamente até que, um mês depois disso, fui chamado na sala de aula. De lá, fui levado para a sala da mesma mulher. O percurso me deixou incomodado, mas o silêncio de Mara por um mês me tranqüilizava. Tinha certeza de que ela não faria nada sem me avisar antes...

Ao chegar à sala, ela pediu que eu me sentasse. “Olha, sua responsável passou aqui pela manhã e autorizou sua admissão no processo de reforço escolar. Como hoje é sexta-feira, vamos fazer as coisas hoje, assim você terá o fim de semana para se recuperar.”

Eu me fiz de desentendido. “Como?”. No que ela respondeu:

“O processo de reforço escolar... que conversamos antes. Sua castração. Vamos para a enfermaria.”

Eu me tremia e fui acompanhando-a até a enfermaria da escola. Pensava em como fugir. Como sair de lá. Em tentar gritar. Mas nada seria efetivo. Para onde fugiria? Como o faria se os portões estariam fechados?

Uma mulher de branco, no pequeno consultório na sala da enfermaria, nos aguardava. Pediu que sentássemos, me estendeu a mão e falou: “Então você é o garotinho? Saiba que estamos aqui para ajudá-lo. Não precisa ficar preocupado nem nervoso. O que vamos fazer aqui é bem rápido e só o primeiro passo de algumas mudanças na sua vida escolar.”

A diretora, ao meu lado, me olhava, como se tentando identificar minhas reações. Mantive-me sério, sem esboçar sensação alguma, além do frio.

A médica continuou: “É um processo cirúrgico dos mais simples e rápidos. Eu vou retirar seus testículos e remover completamente sua bolsa escrotal. Não vamos mexer no seu pênis. Normalmente aproveitamos a cirurgia para circuncidar, mas isso já foi feio com você, não é?”

Apenas concordei com a cabeça. A diretora então tocou meu braço: “Você tem alguma pergunta para fazer? Fique a vontade. Se quiser tirar alguma dúvida, pode falar.”

Respondi com um acanhado não. “Então tire as roupas e deite-se na maca.”

Com vergonha, principalmente da diretora, o fiz, tentando demorar o quanto mais. Fui deitado na maca e tive meus genitais examinados. A médica colocou suas luvas, no que a diretora se levantou e se aproximou para observar. Me sentia diminuído, sendo olhado por elas. A médica tocou meus testículos, olhando-os e, por fim, examinou meu pênis. Então, com uma seringa, aplicou um anestésico em 5 pontos diferentes ao redor do meu saco. Falei: “Por favor, não façam isso, eu vou melhorar. Minhas notas vão aumentar... Não precisa fazer isso!”. Tentativa inútil.

A diretora respondeu: “Calma, não fica nervoso. Eu sei que você vai melhorar. Com a castração você não vai mais ter outras atenções senão seu estudo. A doutora só vai cortar seus ovinhos. Não é nada demais.”

Pegando um bisturi, ela falou: “Eu vou tocar em você, me fale se sentir algo.”

Não senti nada, apesar de ver sua mão se movimentando. Ela abriu meu saco escrotal, pegou um testículo, colocando-o totalmente para fora e cortou o cordão, colocando meu testículo em uma pequena bandeja. A diretora falou: “Pronto, já foi um ovinho. Só falta o outro.”

A médica continuou, cortando o outro testículo. A diretora, para meu incômodo, olhando para mim, falou novamente: “Olha só, já cortou o outro ovinho. Foi rapidinho, não foi?”

Olhei para ela, incomodado e com raiva. Mas silenciado.

A médica então retirou boa parte de meu saco escrotal, usando a própria pele dele para costurar. Desta forma, pareceria que não tinha tido um saco. Com um algodão, ela limpou a região. A diretora, aparentando empolgação e felicidade, mais uma vez falou: “Viu só? Rapidinho, não durou nem 15 minutos e já acabou. Seu saquinho já foi cortado, você já está castrado.”

Quando me levantei, ela pegou uma máquina fotográfica: “Agora fica ali, vamos tirar uma foto para registros da escola.” A situação me incomodou. Por um instante, pensei no que fariam com a foto... mas o que poderia fazer?

A médica me deu instruções sobre como me limpar, sobre os remédios que deveria tomar e, me instruiu para voltar na segunda-feira. A diretora me acompanhou até sua sala novamente, quando conversou comigo. Além das aulas normais, teria agora aulas extras todos os dias, pela tarde, com duração de 3 horas. Uma vez por semana teria acompanhamento psicológico, na própria escola. Naquele dia, não voltei para a aula. Fui para casa.

Ao chegar, Mara havia preparado um bolo. Comemorava minha castração. Sua amiga que havia conversado com ela um mês atrás, estava lá, com seu filho da minha idade. Ela pediu que eu mostrasse “minha cirurgia”. Sua amiga falou: “Que pintinho bonitinho. Ficou excelente! Essa médica é muito boa!”

Na segunda-feira, com o retorno à aula, uma colega de sala, durante o intervalo, ainda na sala, me chamou. “Ei, deixa eu ver.”

Desconversei, me fazendo de desentendido. Ela insistiu: “Eu sei que você foi capado. Eu quero ver.” Com minha negativa, ela ameaçou: “Se você não me mostrar como ficou depois de capado, eu vou contar para todos da sala. E anda logo, aproveita que não tem ninguém na sala.”

Temendo uma maior exposição, cedi, abaixando meu shorts. Ela, já se aproximando e me tocando falou: “Posso ver?”, no que encostou seus dedos no meu pênis e examinou a cicatriz. “Eu adorei! Quando eu casar, vou mandar capar meu marido também! Hoje, depois da aula, vá para o banheiro.”

Obedeci-a. Lá, ela ficou nua e comigo ajoelhado, me fez fazer sexo oral nela. “Já que cortaram suas bolas, pelo menos faça alguma coisa que preste, seu capão.” Enquanto a chupava, ela me chingava: “Vai seu capado, chupa essa bocetinha. Vai sua bicha, meu castrado, puta, me faz gozar!”

Quando ela gozou, percebeu que eu tinha uma ereção. Ela abaixou meus shorts, foi até sua mochila e me fotografou. “Eu não sabia que garotinhos capados ficavam duros. Olha, olha... A partir de hoje, você vai ser meu capadinho. O meu garotinho sem as bolinhas. Quem sabe um dia eu chupo esse seu pintinho.”

Passei a freqüentar sua casa. Sob ameaças de divulgar as fotos, que ela continuava tirando, me obrigava a fazer seus afazeres, como lavar a louça. Seus pais nunca estavam em casa e ela me obrigava a ficar nu, sempre expondo minha condição de castrado. Ela nunca atendeu meus desejos, nunca me chupou ou sequer me masturbou. Segundo ela, os castrados devem servir às mulheres, sempre, sem nunca sentirem outro prazer senão o da submissão.



-
Return To The Eunuch Archive