Castrado pela esposa
By: Manhoo

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A husband is gelded by a possessive wife. In Portuguese.Um marido é castrado pela esposa possessiva. Português.


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Assim que entrei em casa, minha esposa começou a me agredir. Ela estava furiosa! Tentei contê-la, o que só aumentou sua ira.

Ela me ofendia e perguntava quem era a vagabunda que eu teria saído... Não era verdade. Neguei.

Depois de horas de conversa, convenci-a do contrário. Ele sempre fora ciumenta, mas agora seus ciúmes atingiam proporções absurdas.

Uma semana depois, comuniquei-a de que havia sido promovido na empresa. Ela não demonstrou nenhuma felicidade e, durante o jantar, comentou:

“Você irá aceitar a promoção?!”

Respondi, obviamente, que sim. O aumento salarial seria significativo e agora, a posição de chefia iria ser importante para mim. Era uma conquista pessoal e reconhecimento de anos de dedicação.

Ela continuou: “Agora você irá ter uma secretária... com certeza uma ordinária, que irá dar em cima de você. Logo estará também comendo as estagiárias...”

Eu insisti que parasse, mas ela persistiu no tema até o anoitecer. Eu repetia minha fidelidade e realmente, nunca havia traído-a.

Quando estávamos na cama, ela retomou: “Eu tenho muito medo de te perder. Não quero que isso aconteça. Prometa que deixará que eu faça de tudo para evitar que isso aconteça!”

Eu sentia sua raiva... Concordei: “É claro, meu amor.”

No dia seguinte, quando acordei, estava completamente nu e amarrado. Agitei-me, tentando me soltar. Mas foi inútil. Minhas pernas estavam abertas e cada uma atada a uma ponta da cama.

Logo minha esposa chegou carregando algumas coisas.

Perguntei: “O que é isso, querida?! Me solte, estou atrasado para o trabalho!”

A resposta foi rude: “Suas primeiras obrigações são aqui! Ou você tem alguma amante te esperando no escritório!? Fala!”

Eu não entendia o que acontecia, mas sua raiva me preocupava...

“Só uma maneira de ter certeza de que você não irá me trair... que é te castrando! Primeiro eu havia pensado em usar um cinto de castidade, mas todos os modelos apresentavam possibilidades de você soltá-lo. Só me restou à alternativa mais drástica. Para isso, antes havia cogitado convidar a Patrícia, nossa amiga que é veterinária, mas eu não iria gostar de ver outra mulher tocando nas suas partes... Então eu mesma vou ter que fazer tudo.”

Insisti: “Querida, me solte. Deixe de besteiras, eu não vou te trair!”

Foi inútil. Com um bisturi ela fez uma incisão na minha bolsa escrotal. Com um grampo cirúrgico, prendeu os canais de meus testículos.

“Uma pena que vamos tirar essas bolinhas que eu gosto tanto. Mas eu vou conservá-las em um vidrinho.”

A dor era terrível, no entanto, ela parecia não se importar.

Ela removeu então um testículo e depois o outro.

“Sabe, querido, sem suas bolas, você irá ser mais comportado... O seu desejo será diminuído, sendo mais fácil de se controlar. Além disso, você não irá ter coragem de tirar as calças na frente de outra mulher e mostrar que tem coisas a menos... Não é mesmo?! Imagine a cara de surpresa dessas vagabundas ao verem que você não tem seus bagos?!”

Ela então suturou meu saco. Agora, no meio de minhas pernas, apenas meu pênis e um saco, vazio e murcho balançavam.

Não bastando, ela falou: “Uau! Eu adorei o visual! Se soubesse que seria tão fácil e que ficaria tão bonito, teria feito no dia do nosso casamento. Agora você é meu capado, e só meu! Não precisarei me preocupar com nenhuma vagabunda!”

Desde a minha castração, seu ciúme diminuiu, assim como meu desejo sexual. Minha esposa exige, mesmo assim, que todos os dias eu lhe faça sexo oral. Desde que não consigo mais uma forte ereção, tem sido a única forma em que consigo lhe proporcionar prazer.

Ela afirma que nunca gostou de penetração e que seus orgasmos com meu sexo oral são muito mais intensos, não sentindo falta alguma de meu pênis.

Para minha tragédia, minhas ereções só são fortes o bastante quando me masturbo, o que fui proibido de fazer, sob ameaças de ter meu pênis também cortado.



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